terça-feira, 27 de dezembro de 2011

No ano novo

Eu sugiro a todas as pessoas que pensem bem.
Que pensem bem em suas escolhas, porque depois, chorar adianta muito pouco.
Sim, decidi ser direta.
Às vezes rodeio falando bonito mas a moral da história é só uma: cada um escolhe o inferno em que vive. E o inferno pode ser os outros (by Sartre). Mas quem os escolhe para por em nossas vidas?! é meu amigo, vai sentar no cantinho de pensar.
Inclusive eu, claro.
Responsabilidade, já ouviu falar?
Pois é.
Uma certa vez, numa das várias falas que assisti do Goldim (José Roberto) sobre bioética e autonomia, ele falava que deveríamos, para escolher pessoas que estarão ao nosso lado, deveríamos pensar se elas decidiriam por nós na nossa impossibilidade exatamente como nós mesmos. Em suma, se nos conheceriam e respeitariam nossas vontades numa impossibilidade de manifestação dessa vontade. Fica a dica pra pensar no ano novo.
Por isso eu sugiro que as pessoas pensem bem.
Todas as pessoas, homens e mulheres. Porque uma escolha minha pode, além de me atrapalhar, atrapalhar outros que nada tenham com isso. Ai é mais que péssimo.
Balela, chover no molhado.
Mas como diz a Cléo, baita ser humano que conheci esse ano, a gente precisa acreditar que dá pra mudar alguma coisa. E começa com cada pessoa, exatamente assim.

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